Prioridade

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Parece bem simples, na verdade. Uma sequência quase lógica, uma fórmula quase mágica de felicidade: primeiro Você, e então tudo o mais vem com a abundância que tem que vir, e eu nem me importo com a forma, porque já estaria tão plena e cheia e feliz, que o que viesse seria bônus. Um presente a mais por já estar feliz da vida na Presença que importa. Depois, se algum desespero, ou mesmo aquela ‘ansiosa solicitude pela vida’ quisessem massacrar meus sentimentos, era só suplicar confiadamente na paz que eu não entendo e ela guardaria, na concha da mão, mente e coração. Mas o coração, ah. Ele. Ele e o vendaval de afetos e desafetos que embaraçam as minhas escolhas todo dia.

Não é ingratidão. Aliás, obrigada pela liberdade (ainda que a minha noção de liberdade esteja confusa desde sempre). Só queria te dizer que é muito difícil, mas escolho a confiança que Você diz que eu posso ter. Só queria reafirmar que estou tentando querer tanto uma coisa a ponto de deixá-la nas suas mãos. Sonhar tanto, até não buscar o sonho como primeiro objetivo de vida. Desejar tanto e esperar.

Se os seus pensamentos de paz incluem os meus sonhos mais detalhistas, eu digo sim. Se não incluem, digo sim de novo, para aceitar sonhos melhores. E essa paz que eu não entendo, e nem preciso entender, me traz a alegria que deixa o rosto bonito. Porque as melhores coisas da vida não são conquistadas com a ansiedade corrosiva que vem do inferno, mas no descanso de quem é amado.

E cedinho, como hoje, ontem e todos os dias em que arrisco um olhar profundo pro céu, digo: ‘obrigada, eu sabia que seria bom’. E a resposta vem num sussurro, dentro de mim: ‘mas você, como todo mundo, nunca sabe que será surpreendente’.

Me ensina a buscar o que importa e a enxergar que é Você a recompensa. E o que vier depois disso vai se juntar à imensa alegria de pertencer a quem tem em Si mesmo todo amor e satisfação que alguém pode querer.

Busquem, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça,
e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.
Mateus 6.33

Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam
os vossos pedidos conhecidos diante de Deus, pela oração e súplica
com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo
o entendimento, guardará os vossos corações e
os vossos pensamentos em Cristo Jesus
Filipenses 4. 6-7

Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor;
pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Jeremias 29.11

Vergonha dos crentes…

São gritantes os escândalos, o pecado, a confusão e as heresias presentes entre a população chamada evangélica. Isso chega a tal ponto que já não são poucos os que não querem mais ser designados como “evangélicos”, pois o significado original desse termo teria se degenerado ao longo do tempo. Assim, a recusa em ser chamado de “evangélico” seria uma forma de se opôr a toda a confusão que está por aí, e uma forma de dizer “não tenho nada a ver com isso”.

Não tenho preocupação com designações. Afinal, o Senhor conhece os que são Seus (II Tm. 2:19), independentemente das designações usadas pelos homens. Todavia, tenho um cuidado com aqueles que não querem ser chamado de evangélicos como uma forma de protesto, de dizer “não tenho nada a ver com os erros dessa povo”. Meu cuidado é o seguinte: se cremos que entre a população evangélica existe gente que sinceramente abraçou a fé em Jesus, que nasceu de novo, ainda que esteja envolvida em erros, então é importante lembrar que “Jesus não se envergonha de chamá-los irmãos” (Hb. 2:11). Se Jesus não se envergonha deles, considero que nossa postura não deve ser motivada pela necessidade de expressar o quanto somos diferente deles.

Se Jesus não se envergonha de mim, apesar dos meus muitos pecados, eu não tenho o direito de me envergonhar daqueles que são meus irmãos, pois Deus nos recebeu em Cristo.

Portanto, minha preocupação não é com as designações (evangélico, protestante, cristão etc..). Me preocupo com a postura do “sou diferente deles, não tenho nada a ver com esses erros”. É importante lembrar que o Pai é nosso, e as dívidas ou pecados também são nossos. Ver erros em uma parcela da Igreja não pode nos levar a pensar que somos diferentes dessa parcela, e que esses erros não são problemas nossos. A constatação de tantos problemas e confusões deveria nos levar a buscar solução em Deus, com o coração esperançoso e cheio de certeza de que o Senhor Jesus cumprirá sua palavra: “edificarei a minha igreja”.

Em Cristo,

Anderson Paz

Deus em meio as LUTAS

Luta

Nossa … escrever algo na situação q estou naum é algo fácil!

Mas vou tirar algo de minhas lutas!

Com o tempo e experiência em meio as minhas lutas com Deus, aprendi q Deus mostra o seu poder, sua graça, seu amor e seu perdão sobre nossas vidas, dispõe sua misericórdia em nosso ser e nos mostra o quanto somos pequenos diante de sua grandeza.

Vemos q Ele é o nosso verdadeiro amigo, e q pessoas falham, q pessoas erram e q devemos somente confiar nEle.

Temos q proteger nossas mentes com a palavra de Deus, oração, e jejum … temos q nos achegar a Ele, onde encontramos paz, descanso, alívio e proteção.

Deus não dá uma carga q não possamos carregar, nós não temos uma cruz q não seja pesada demais, grande demais para colocar nossos pecados, elas são do jeito que precisamos cruzcificar nossa carne, nossos desejos ocultos, nossos problemas!

Deus nos chama para sermos vitoriosos e já somos vencedores por meio de Jesus, o Cristo.

As lutas servem para nosso crescimento, fortaleciento e experiência para termos vitória. Não desista, não se entregue a luta, você já é um vencedor só basta mostrar para o Deus que valeu a pena Ele entregar seu filho por você!

É isso o que Deus quer deixar para nossa vida hoje!

Um Bjo e Um Abrass,

@_LuizFelipeGui